skip to Main Content
folha_sala_barbeiro_sevilha 10.31.53

SINOPSE

Considerada uma das mais brilhantes óperas buffas, O Barbeiro de Sevilha, de Gioachino Rossini, apresenta-nos uma comédia vibrante, repleta de intriga, charme e inteligência. A ação desenrola-se na cidade de Sevilha e acompanha o ousado conde Almaviva na sua tentativa de conquistar a bela Rosina, uma jovem que se encontra à guarda do velho ciumento Dr. Bartolo, que planeia casá-la consigo.

Para ajudar Almaviva surge a figura inesquecível de Fígaro, o barbeiro mais astuto da cidade, mestre em resolver problemas e, também, em criá-los.

Entre disfarces improváveis, planos engenhosos e momentos de humor irresistível, a história avança ao ritmo contagiante da música de Rossini, marcada por energia, virtuosismo vocal e melodias que se tornaram icónicas.

PROGRAMA

Gioachino Rossini (1792-1868)
O Barbeiro de Sevilha

FICHA ARTÍSTICA

Tiago Matos, Fígaro
Helena Ressurreição
Rosina
Aníbal Mancini
Conde d`Almaviva
Christian Lujan
Dr. Bartolo
Job Tomé
Fiorello e Basílio
Maria Mendes, Berta

Osvado Ferreira
diretor musical
André Lousada
maestro assistente
Paulo Lopes
pianista correpetidor

Paulo Lapa, encenação
Nuno Esteves “Blue”
cenografia e figurinos
Carin Geada
desenho de luz
Anita Magalhães Faria
Direção de cena

folha_sala_barbeiro_sevilha_2

ORQUESTRA FILARMÓNICA PORTUGUESA

A Orquestra Filarmónica Portuguesa é apoiada pela Direção-Geral das Artes e por fundos da Europa Criativa da União Europeia, tendo ficado classificada em primeiro lugar entre as orquestras europeias que se candidataram a este projeto. Em janeiro de 2025, a OFP iniciará o projeto “Youth Musicians Empowerment Project”.

O triénio de 2022 a 2024 foi muito especial para a Orquestra Filarmónica Portuguesa (OFP), tendo sido repleto de enormes sucessos. A convite do Institut Français de Culture, a OFP apresentou-se no Théatre des Champs-Élysées, num concerto integrado na temporada da Saison Croisée France/Portugal 2022, assinalando, assim, a sua estreia internacional na famosa sala parisiense.

Ainda em Paris, e a convite da UNESCO, a OFP realizou um memorável concerto na sede desta importante organização mundial, integrado no programa de comemoração do Dia Mundial da Língua Portuguesa (5 de maio de 2022), o qual foi gravado e transmitido em streaming para todo o mundo.

Enquanto líder do projeto “Sounds of Change”, que envolve parceiros da Alemanha, Espanha, Eslovénia e Sérvia, a OFP teve a sua candidatura selecionada pelo programa Europa Criativa da União Europeia, sendo um dos apenas vinte projetos apoiados entre muitas centenas de candidatos. Para mais informações sobre este projeto, consultar o site:
https://soundsofchange.eu.

A convite de promotores alemães, a OFP apresentou-se na mítica sala da Filarmónica de Berlim, sendo aplaudida entusiasticamente e recebendo excelentes críticas.
A Orquestra é apoiada pela Direção-Geral das Artes através do Programa de Apoio Sustentado às Artes. Anteriormente, os seus projetos de criação e internacionalização também haviam sido apoiados pela DGArtes, nos concursos pontuais de 2021 e 2022.

Nas temporadas de 2021 e 2022, a Orquestra Filarmónica Portuguesa consolidou o seu sucesso e impacto nacional e internacional, recebendo um convite para se associar às comemorações dos 500 anos da viagem de circum-navegação de Fernão de Magalhães. Realizou, para o efeito, importantes concertos, nos quais foram apresentadas obras encomendadas a conceituados autores nacionais e internacionais.

O concerto realizado no dia 2 de maio de 2021, no CCB, dedicado à música e à língua portuguesas e integrado na agenda oficial da Presidência Portuguesa da União Europeia (PPUE), foi gravado e transmitido pela RTP2 e pela Antena 2, merecendo os mais rasgados elogios do público e da crítica especializada.
Ainda em 2021, em parceria com a Altice Arena e a lendária banda Xutos & Pontapés, a OFP apresentou três grandes concertos em Lisboa e no Porto, para um público que ultrapassou as 20 mil pessoas.

A Orquestra Filarmónica Portuguesa já se apresentou em praticamente todo o território nacional, interpretando algumas das mais importantes obras do repertório sinfónico e acompanhando grandes solistas internacionais.

Destacam-se os seus concertos regulares no CCB, na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa, na Altice Arena (onde é orquestra associada) e no Campo Pequeno, em Lisboa; no Coliseu do Porto, na Casa da Música, no Salão Árabe do Palácio da Bolsa, nos Jardins de Serralves e no Museu Romântico, no Porto; no Europarque (Santa Maria da Feira), no Theatro Circo (Braga), no Convento S. Francisco (Coimbra), no Teatro Sá de Miranda (Viana do Castelo), no Teatro Municipal de Bragança, no Teatro Viriato (Viseu), no Teatro Municipal da Guarda, no Centro de Congressos de Santarém, no Centro Cultural Olga Cadaval (Sintra), no Teatro das Figuras (Faro), no Teatro TEMPO (Portimão), no Teatro Aveirense (Aveiro), no Auditório de Olhão, no Centro Cultural do Arade (Lagoa), bem como em participações anuais na maioria dos principais festivais de música nacionais.

A OFP tem apoiado de forma consistente jovens solistas nacionais, maestros nacionais, tendo encomendado e estreado 16 obras de autores nacionais e 5 obras de autores internacionais.
Destacam-se o apoio às jovens compositoras nacionais Ana Seara, Anne Vitorino d’Almeida, Fátima Fonte, Ana Ataíde Magalhães, Camila Salomé Menino e Sara Ross, bem como acolaboração com Alexandre Delgado, Luís Tinoco, Rafael Diaz e Nuno Guedes Campos. Nos últimos dois anos foram ainda estreadas 2 grandes obras sinfónicas, um bailado, e uma ópera no âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril.

Fundada em maio de 2016 por Osvaldo Ferreira e Augusto Trindade, a Orquestra Filarmónica Portuguesa é amplamente reconhecida, pelo público e pela crítica, como uma das melhores orquestras sinfónicas nacionais. Os elevados padrões de qualidade e exigência, impostos desde a sua génese, levaram-na a integrar um conjunto de músicos de elevado nível técnico e artístico, de diversas nacionalidades — incluindo instrumentistas premiados em concursos nacionais e internacionais, ex-integrantes da Orquestra Jovem da União Europeia e músicos estrangeiros residentes em Portugal.

A Orquestra Filarmónica Portuguesa conta com a direção artística do maestro Osvaldo Ferreira, um dos mais representativos chefes de orquestra nacionais da atualidade.

OSVALDO FERREIRA, DIRETOR MUSICAL

Diretor artístico da Orquestra Filarmónica Portuguesa. Em Portugal, foi director artístico da Orquestra do Algarve e do Festival Internacional de Música do Algarve. No seu percurso destaca-se ainda o seu trabalho à frente de importantes orquestras mundiais. Realizou mestrado em direção de orquestra em Chicago e uma pós-graduação no Conservatório de São Petersburgo, na classe de Ilya Mussin. Foi laureado em 1999 no Concurso Sergei Prokofiev, na Rússia e no Festival de Música de Aspen, onde frequentou a American Conductors Academy. Foi assistente do maestro Claudio Abbado em Salzburgo e Berlin. Estudou ainda com Jorma Panula e David Zinman, foi bolseiro do Ministério da Cultura de Portugal e da Fundação Calouste Gulbenkian. 

PAULO LAPA, ENCENADOR

Entusiasta da pluralidade e diversidade do mundo operático, Paulo Lapa assume nele as funções de cantor, encenador, produtor e educador. Dividiu a sua formação entre Portugal e os Estados Unidos sendo Licenciado em Música – Performance Vocal – pela Universidade de Aveiro e como bolseiro da fundação VoicExperience participa no curso “New York – Opera as Drama” entre 2014 e 2016. Encenou a ópera La Traviata, Madama Butterfly, O Barbeiro de Sevilha, A Flauta Mágica, Orfeu nos Infernos, Pinóquio, Requiem de Verdi e o espetáculo Sheherazade de Ravel. Após regresso a Portugal, funda a Plateia Protagonista, uma associação dedicada à divulgação da música clássica e da ópera através de concertos e projetos sociais. 

NUNO ESTEVES, CENOGRAFIA E FIGURINOS

Em Londres, inicia um percurso ligado à caracterização e moda fazendo o curso de maquilhagem na Make Up Forever. Mais tarde, frequenta o curso técnico de design gráfico da Escola Soares do Reis (Porto) e entra na Escola Superior de Belas Artes do Porto, onde faz o Curso de escultura. Trabalha em filmes como: Por entre os dedos de Frederico Serra e Tiago Guedes, Amor de Perdição de Mário Barroso, O Homem do Restelo de Manoel de Oliveira, Fado de Diogo Varela. Como figurinista, e cenógrafo participou no Festival de Ópera de Óbidos em obras como, Dido e Eneias, La Traviata e Madame Butterfly. No Centro Cultural das Caldas da Rainha: A Paixão Segundo São Mateus de Casteluchi, A voz maior do que o Fado de João Botelho, Orphée de Philippe Glass e Pelease et Melisande de Kristina Hellín. 

CARIN GEADA, DESENHO DE LUZ

Carin Geada é uma conceituada designer de luz e diretora técnica portuguesa, reconhecida pela sua fusão de sensibilidade artística com rigor técnico no teatro. Vencedora do Prémio Revelação Ageas Teatro Nacional D. Maria II (2021), destaca-se por valorizar o trabalho técnico num setor predominantemente masculino, trabalhando com festivais de renome. Concluiu os estudos na Academia Contemporânea do Espetáculo (ACE) em Luz e Som em 2010. Iniciou o seu trabalho técnico em 2010, tornando-se freelancer em 2017. Colaborou em importantes festivais como o Alkantara Festival, Interferências e FITEI. Foi distinguida com o Prémio Revelação Ageas D. Maria II em 2021. O seu trabalho é caracterizado pela criação de ambientes e matizes cénicos através da luz. 

folha_sala_barbeiro_sevilha_logos
Back To Top